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Incubadora de tecnologia

Posted by Desenvolvimento Nordestino em setembro 23, 2007

Copiado de : http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIR302407-5027,00.html

23.09.2007

 http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM733695-7823-INCUBADORA%20DE%20TECNOLOGIA,00.html
 Na incubadora, as empresas podem permanecer por três anos. Elas têm à disposição uma sala, com computadores, linhas telefônicas e internet.
Um kit de robótica que começa a ser usado nas salas de aula. Um sistema de informação geográfica que auxilia a tomada de decisões nas empresas.
São produtos criados na incubadora Parqtec, em São Carlos, no interior de São Paulo. Uma área de 1,26 mil metros quadrados abriga 17 empresas que atuam com tecnologia de ponta. Novos negócios são desenvolvidos, idéias saem do papel. O objetivo de uma incubadora é ajudar empresários criativos, mas inexperientes no mundo das finanças
“Ela tem esse clima de apoio, de estímulo, de treinamento, de capacitação do empresário. Então ela baixa a mortalidade e aumenta a taxa de sucesso da empresa”, explica Sylvio Goulart Rosa Júnior, diretor-presidente do Parqtec.
A incubadora criada em 1985 foi pioneira na América Latina. Hoje, é mantida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pelo Conselho Nacional de Pesquisa. O Sebrae entrou na parceria nos anos 90 e realiza vários cursos na incubadora.
“Os consultores abordam aspectos financeiros das empresas, qual a melhor maneira de gerenciar o fluxo de caixa, quais as necessidades dos investimentos, como eles devem gerenciar seus custos para que seus produtos sejam competitivos no mercado”, diz Eduardo Rantin, consultor do Sebrae.
Na incubadora, as empresas podem permanecer por três anos. Elas têm à disposição uma sala, com computadores, linhas telefônicas e internet. Para fazer parte da incubadora, o empresário precisa apresentar um plano de negócios. A direção escolhe as idéias com mais chances de sucesso.
A empresa de Antônio Valério Neto está na incubadora há quase três anos. Ele recebeu uma verba de R$ 1 milhão para investir em pesquisa e criou vários produtos. Um deles é um software, um sistema de informação geográfica para companhias de distribuição de água, telefonia ou energia elétrica.
“Você tem todo um ambiente em que existe uma maquete da cidade em 3D e um mapa 2D, para que você possa tomar as decisões de ligar e desligar as chaves, para distribuir a energia elétrica na cidade”, explica o empresário.
A empresa é especialista em mecatrônica, engenharia eletrônica e computação. O novo software pode ser vendido para companhias do mundo inteiro. Na incubadora, Valério aprendeu que uma empresa precisa pensar sempre no cliente para ter sucesso.
“Alguém tem que adquirir o seu conhecimento por meio de um pagamento. Se alguém está disposto a pagar pelo seu serviço ou seu produto, você está num caminho certo”, acredita Antônio Valério.
Outra empresa incubada é a de Marcello de Gouvêa Duarte. Ele criou o primeiro kit de robótica do Brasil. O robô faz parte de um método de ensino aplicado desde o ensino fundamental até a universidade.
“A robótica integra aspectos de cognição, habilidades de criatividade. Você está ensinando programação desde a primeira série do ensino fundamental”, diz o empresário.
O kit tem sete censores para o robô reagir a comandos. Ele reage à luminosidade, à temperatura e ao toque. O projeto já é aplicado em 30 escolas e atinge 12 mil alunos. O objetivo é chegar aos 100 mil estudantes em breve.
Investir em tecnologia dá lucro. As empresas que passaram pela encubadora têm ótimos resultados financeiros e conseguem sobreviver sozinhas. A taxa de mortalidade dos negócios gerados lá é de apenas 10%.
Outra empresa fez sucesso depois de passar pelo Parqtec. Hoje, é uma multinacional. O empresário Djalma Antônio Quinalha foi um dos primeiros a receber o apoio da incubadora. Ele desenvolveu o primeiro laser em escala industrial no Brasil. O negócio cresceu, tem três fábricas no país, sócios na Austrália e nos Estados Unidos. Hoje, é especialista em óptica de precisão, anti-reflexo, componentes ópticos e lasers para indústria, medicina e ciência.
“Nos tornamos o maior fabricante do mundo de refletores para consultórios odontológicos”, comemora o empresário.
Só na fábrica de São Carlos, 300 funcionários produzem mil peças por dia. A empresa se organiza agora para negociar ações na bolsa de valores das empresas de base tecnológica, a Nasdaq, nos Estados Unidos. É a prova de que as incubadoras cumprem o papel de formar negócios de sucesso
“Ela te dá um apoio muito grande de você passar a ter uma cabeça de empresário. Ou seja, deixar de ter uma cabeça de cientista apenas, para ter uma cabeça também de administrador de negócios”, diz Djalma Quinalha.
Para mais informações sobre o apoio do Sebrae às incubadoras procure um posto de atendimento mais perto de você ou visite o site http://www.sebrae.com.br.
CONTATOS DAS EMPRESAS MOSTRADAS NA REPORTAGEM
SEBRAE – SÃO CARLOS
Tel: (16) 3372.9503
saocarlos@sp.sebrae.com.br
http://www.sebraesp.com.br/
Contato: Eduardo Rantin (consultor)
 
OPTO ELETRÔNICA
Tel: (16) 2106.7037
cibele@opto.com.br
http://www.opto.com.br/
Contato: Cibele Maria Marchiori (gerente de marketing)
 
INCUBADORA DO PARQTEC
Tel: (16)3362.6262
lpereira@parqtec.com.br
http://www.parqtec.com.br/
Contatos: Jeziellen (assessora de imprensa) e Engenheiro Luis Antonio Pereira (gerente da incubadora)
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